Decisões dos 2 grupos inválidas

imbróglio entre o diretório regional do PDT e a direção municipal sobre a presidência do partido, em Cuiabá será definido pela Nacional do partido na próxima semana. O secretário-geral da Executiva nacional da legenda, Manoel Dias, afirmou que tanto a decisão da Executiva regional quanto a posição do municipal, que realizou convenção no sábado para reeleição do histórico, Mário Márcio Torres, são simplesmente inválidas.

Na próxima segunda-feira, Dias verifica a data para viagem que será feita à Capital com o intuito de encerrar a celeuma entre líderes do partido, pontuada pelos grupos ligados ao presidente estadual do PDT, deputado licenciado Otaviano Pivetta, e de Mário Márcio. O mais novo impasse do partido se deu em torno da decisão da Executiva regional de nomear o vereador Toninho de Souza como presidente da comissão provisória de Cuiabá.

A alegação do diretório regional é que o mandato de Torres encerrou em junho e que a Nacional da sigla respaldo a prorrogação por mais um mês. Em tese, a argumentação sustenta que o prazo para a realização de convenção da municipal teria encerrado – confirmando portanto a decisão de oficializar Toninho na presidência do partido em Cuiabá.

Paralelamente, Mário Márcio rebate ao afirmar que a Executiva nacional prorrogou seu mandato por dois meses. Dessa forma, a direção do PDT da Capital teria até o dia 30 desse mês para realizar a convenção. No sábado, Manoel Dias disse que nenhuma das duas versões está correta. Segundo ele, em reunião realizada em junho, com participação de membros do diretório regional do PDT e ainda do municipal, por meio de Torres, ficou acordado que o mandato de Mário Márcio seria prorrogado – mas apenas para se buscar um entendimento.

“O acordo foi nesse sentido, de se buscar um entendimento. Qualquer coisa fora disso não tem validade”, disse.

O secretário-geral classificou o impasse verificado no PDT do Estado como lastimável para a legenda. “O partido está trabalhando para crescer. Temos uma meta de alcançar pelo menos 50 cadeiras na Câmara Federal e para isso é preciso ter unidade. Devemos sempre buscar o entendimento”, ponderou.

Manoel Dias reconheceu a liderança de Mário Márcio no Estado, sendo uma das personalidades no partido. No entanto, destacou que “mesmo os históricos não podem tentar impedir o progresso da sigla”. O secretário reiterou ainda que a nacional da legenda aposta na chance de a legenda lançar candidato ao governo nas próximas eleições, com a candidatura majoritária de Otaviano Pivetta.

“Temos um projeto do PDT para o país e precisamos agregar forças. Ninguém ganha com disputas internas”, enfatizou.

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